Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

Erros comuns que podem levar seu filho à obesidade


Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e principalmente os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça os erros comuns na dieta das crianças e evite-os:

1 - Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta.
2 - Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.
3 - Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.
4 - Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.
5 - Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.
6 - Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”.
7 - Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.
8 - Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo.
Fonte: Crescer

Bepantol e seus benefícios !

Bepantol não é somente para tratar assaduras dos bebês, tem ainda outros benefícios como:

Olheiras: Passe embaixo dos olhos antes de dormir e você vai acordar com uma aparência melhor e mais leve nessa região do rosto.
Cutículas ressecadas: Passe um pouquinho da pomada nelas, pode hidratar mais do que qualquer cera pra cutículas por aí.
Cílios: Com a ajuda de um pincel passe diariamente um pouco do produto, depois de um tempo de uso os cílios ficam mais firmes e hidratados. 
Como utilizar:
Unhas: para hidratar bem as cutículas passe a pomada nos dedos. Faça uma massagem rápida em cada um, "empurrando" as pelinhas para dentro, e deixe agir por uns 15 minutos. O truque é ideal quando não dá tempo de ir à manicure.
Pele: passe um pouco do Bepantol em áreas do corpo que costumam ficar mais ressecadas, como pés e cotovelos. Para potencializar a ação do produto enrole essas regiões com um filme plástico e só retire depois que a pomada secar bem.
Pés: Espalhe a pomada por todo o pé e coloque uma meia, no outro dia seu pé estará super macio!
Sobrancelhas: a pomada Bepantol tem alto poder hidratante, ela ajuda a conservar o pigmento que oferece a cor para quem fez micropigmentação. Com isso, mesmo se a pele descascar após o procedimento, a cor ainda fica vibrante.
Com a fama, a linha resolveu criar novas versões, como o Bepantol líquido, que trouxe ainda mais vantagens:
Pós-depilação: Ameniza a sensibilidade e evita a irritação e desconforto.
Estrias: Quando estiver tomando banho passe um pente fino no sentido contrário das estrias (isso vai depender se sua estria for vertical ou horizontal), você vai sentir como se "rasgasse" a pele, mas é essa mesmo a intenção, porém sem machucar. Seque o local, aplique o Bepantol líquido e espere secar. Depois aplique um creme hidratante. Os resultados começam a aparecer depois de 1 mês.
Cabelos: para hidratar os fios e deixá-los bem brilhantes, misture uma tampinha do produto com a mesma quantidade de condicionador ou de máscara profunda. Só cuidado para não errar a mão e aplique apenas no comprimento e pontas. 

Via  Vila Mulher

Dicas para cuidar das crianças no verão!


CHOQUE DE TEMPERATURAS
No verão, mesmo com a umidade relativa do ar mais elevada, mudanças bruscas de temperatura acontecem com bastante frequência. Por isso, continuam comuns doenças como resfriado e gripe. Uma situação corriqueira também pode colaborar para esse quadro: você está na rua, passando calor, mas, quando entra em qualquer ambiente fechado – como shopping ou supermercado –, quase morre de frio devido ao ar-condicionado. Ele deixa as vias aéreas mais vulneráveis, pois resseca o muco protetor. Por isso, para que seu filho não sofra com o choque de temperaturas, sempre tenha um casaco leve na bolsa, dê muito líquido e umidifique as narinas com soro fisiológico se o ambiente com ar-condicionado for pequeno (como no avião ou no carro, em viagens longas). Se tiver ar-condicionado em casa, a temperatura ideal é em torno dos 22 graus.


BRINCADEIRA SEGURA
Escorregador, balanço e gira-gira são sinônimos de diversão para crianças de todas as idades. Porém, tome cuidado com a temperatura dos brinquedos. No verão, a superfície quente do escorregador, por exemplo, pode queimar a pele do seu filho. Mas, como não dá para encher a criança de roupa, o conselho é frequentar esses lugares antes das 10 horas ou depois das 16 horas. Agora, se o escorregador estiver fervendo e seu filho insistir, leve uma toalha para forrar a superfície ou chame a atenção dele para outra atividade.


CHEIO DE FARPAS!
Entrou uma farpa no dedo do seu filho? Não tente apertar, pois isso pode desencadear um processo inflamatório. Se for fininha, tire com uma pinça – caso não tenha, tire quando chegar em casa. Se for maior, que consiga puxar com o dedo, é só tirar e lavar com água corrente e sabão. Caso não seja possível, use lenço umedecido e lave depois.


BZZZZZZ
Na hora de brincar ao ar livre, as crianças podem virar um prato cheio para os insetos. Abaixo dos 2 anos, é possível usar repelentes naturais (à base de citronela), mas nunca nas áreas que vão à boca ou aos olhos, como mãos e antebraços. Acima dessa idade, já dá para usar repelentes infantis, ainda tomando cuidado de não passar nas mãos da criança. Ele deve ser aplicado por um adulto e, de preferência, em loção, evitando sprays e aerossóis (por chegarem mais facilmente ao nariz e à boca). À noite, dá para colocar aqueles de tomada, mas sempre com uma distância de pelo menos dois metros de onde a criança está. Agora, se os pernilongos já fizeram a festa, o pediatra deve indicar o melhor tratamento, principalmente se seu filho for alérgico. “Loções secativas e anticoceiras, como as de calamina, pasta d’água e talco líquido, podem aliviar”, orienta a pediatra Kerstin Abagge. Outra dica: mantenha as unhas da criança sempre bem cortadas, porque, ao se coçar, ela pode levar sujeira para a picada e causar infecção.


FORA DA GELADEIRA
Passar o dia na praia, na piscina do clube ou fazer um piquenique no parque significa comer fora ou levar lanches de casa. Mas você deve tomar cuidado com o que oferecer e com o tempo que os alimentos ficarão fora da geladeira. A recomendação é que não seja por mais de duas horas, pois esse é o período que as bactérias levam para atingir o crescimento suficiente para causar intoxicação alimentar. “Na praia, só compre em barracas autorizadas e fiscalizadas e observe a higiene dos vendedores, do ambiente e dos utensílios. Não consuma nada que esteja fora de suas características originais ou com embalagens alteradas”, alerta Hélio Fernandes da Rocha, presidente do comitê de Nutrologia Pediátrica da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro. Confira mais dicas para armazenar comida ou comprá-la em dias quentes:

-Leve as bebidas geladas, de preferência água e sucos. Caso seu filho menor de 2 anos queira tomar água de coco na praia, é melhor evitar, pois há o risco de contaminação – nunca se sabe em que tipo de água a fruta estava mergulhada.

-Nada de levar papinha para a praia ou a piscina. Nesse horário, a criança não deve estar exposta ao sol.

-Frutas são sempre boas opções. As melhores para essas ocasiões são maçã, laranja, uva e banana (se não ficar muito tempo no calor), pois são mais fáceis de serem acondicionadas.

-Leve biscoito de polvilho, bolacha maisena ou água e sal. Nada de recheios, chocolates, queijo ou presunto, pois estragam com mais facilidade quando expostos a temperaturas muito altas.

-Evite ao máximo comprar sanduíches ou qualquer coisa com maionese fora de casa.

-Se for comprar suco natural, cheque sempre se é feito com água mineral. E fuja de raspadinhas! É impossível saber a procedência do gelo.


Fonte: Revista Crescer

Verão com proteção!

O verão é um delícia, muitas coisas para fazer e aproveitar mais não dá pra esquecer que as crianças precisam de um protetor especial e os bebês menores de seis meses não podem usar nenhum tipo de protetor solar sua pele ainda absorve facilmente as substâncias.
Praia não é lugar de bebê com menos de seis meses e ao sair no sol ele deve estar bem protegido com roupas leves e chapéu.  Entre os seis meses e dois anos os pais devem optar por protetores infantis com FPS mínimo de 50 e não podem abrir mão do chapéu e roupas bem leves e confortáveis  e a partir dos dois anos, a criança pode usar o mesmo protetor dos adultos ou um protetor infantil desde que seja um fator de proteção alto.


Eu recomendo o protetor Solar Infantil da Racco deixa a pele colorida por alguns instantes divertindo as crianças, hipoalergênica, não irrita os olhos e não sai na água é ótimo, testado e aprovado.
 

Atchim...


Desculpem a ausência por aqui, mas peguei uma gripe daquelas, ela anda atrás de mim já faz algum tempo mais no máximo era um atchim daqui um atchim dali, agora pegou feio to derrubada. Estou sempre na net, afinal faz parte do meu trabalho mais ando meio sem ânimo pra fazer novas postagens. Logo volto, enquanto isso fico aqui entre uma coisa e outra com meus espirros, aspirinas e muito chá.

Beijos!!! atchim...

Vacinação


A primeira fase da Campanha de Vacinação contra a Poliomielite (paralisia infantil) será realizada neste sábado, dia 12 de junho, em todo o Brasil. A campanha tem como tema central a Copa do Mundo. A meta é imunizar, na primeira etapa, 95% das crianças menores de cinco anos, ou 14,6 milhões. Mesmo quem já tomou a vacina antes deve participar, segundo o Ministério da Saúde.

Serão disponibilizadas cerca 24 milhões de doses para esta primeira fase, e mais 24 milhões para a segunda, em agosto. A vacina é oferecida gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Desde 1989, o Brasil não registra nenhum caso de poliomelite, mas ainda existe o risco da doença vir de um país estrangeiro.

Creme dental infantil não é eficiente contra cáries


Pode ser de tutti-fruti, de cereja ou de uva. As opções de pastas de dentes para crianças são muitas e a grande vantagem do creme dental infantil, segundo especialistas, é a baixa concentração de flúor. Até os 3 anos, a criança não sabe cuspir ou bochechar e acaba engolindo mais flúor do que o recomendado. Em excesso, essa substância causa fluorose, problema que afeta o esmalte e produz manchas nos dentes. Em casos mais graves, os dentes ficam porosos e amarronzados.
Mas um novo estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) coloca em xeque a eficácia do creme dental para crianças. Ele revela que a baixa concentração de flúor não é tão eficiente contra as cáries, pior também podem não evitar a fluorose.
Segundo Altair Cury, professor da Universidade de Odontologia de Piracicaba e um dos orientadores do estudo, a fluorose não é causada pela concentração do flúor no creme dental, mas pela ingestão de uma grande quantidade do produto. Para diminuir o risco de fluorose e evitar cáries, diz o estudo, as crianças deveria usar o creme dental convencional em pouca quantidade – semelhante a um grão de arroz.
Seria essa a medida mais segura, mesmo? Para a odontopediatra Carmem Silvia, da clínica Amai (SP), não. Ela afirma que existem outras formas de evitar cáries e por isso crianças menores de 3 anos devem permanecer usando pastas sem flúor. Embora ele seja o principal vilão para o surgimento da fluorose, não é o único produto que traz flúor em sua composição. A água e alguns alimentos também podem conter a substância. por isso se os pais puderem evitar o produto, melhor. Na dúvida converse com o odontopediatra do seu filho e veja o que é melhor para a criança.

Prevenção de cáries

Para prevenir o aparecimento de cáries nos dentes de seu filho, comece com os cuidados logo após o nascimento. Nos recém-nascidos, o ideal é passar uma gaze ou fralda umedecida com água filtrada por toda a boca, limpando gengiva, bochechas e língua para remover os resíduos do leite. A partir do 6º mês, quando costumam aparecer os primeiros dentes, você pode começar a usar uma dedeira. A escovação começa a partir do primeiro ano com uma escova macia.
Evite a mamadeira noturna e controle a alimentação do seu filho. Balas, doces, iogurtes e refrigerantes são inimigos da boa higiene bucal. Incentive a limpeza após cada refeição.


Fonte: Revista Crescer

ALIMENTOS AJUDAM A PREVENIR A GRIPE

Os cuidados básicos contra a gripe suína você já conhece: lavar bem as mãos, deixar os ambientes arejados e não frequentar grandes aglomerações. Mas você sabia que alguns alimentos ajudam a melhorar - e muito- a imunidade das crianças e dos pais, prevenindo a manifestação de qualquer vírus de gripe - inclusive o H1N1?
A bola da vez são os alimentos ricos em ácido fólico, vitaminas B, C e D. O ácido fólico pode ser encontrado nos alimentos de cor verde-escura, como espinafre, rúcula, couve e brócolis. As vitaminas do complexo B estão presentes em cereais, pães integrais e no quinua em flocos. Frutas cítricas, morango, kiwi e abacaxi são ricos em vitamina C, enquanto ovos e peixes, como salmão e sardinha, possuem grandes quantidades de vitamina D e ômega 3. Probióticos, presentes em iogurtes, melhoram a saúde intestinal, que é fundamental na produção de parte das células imunológicas, que protegem o nosso organismo.
Há elementos presentes no alho, na cebola e no alecrim que impedem a replicação de vírus nas células, o que é extremamente eficaz quando o corpo adquire uma gripe. “Para que a ingestão funcione, esses alimentos devem passar por um cozimento leve”, diz Daniela Jobst, nutricionista do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional e do Instituto de Medicina Funcional dos EUA. Quanto mais cozidos, menos benefícios eles apresentam no sentido da prevenção.
Além de uma dieta equilibrada, é preciso beber, pelo menos, dois litros de água por dia. O vírus sobrevive em ambientes secos.A hidratação também pode ser feita por meio de sucos e chás.


Fonte: Comunidade Crescer

O tempo mudou, como fica a saúde das crianças?


Depois de dias frios e chuvosos, o sol volta a aparecer em alguns estados. E quem mais sofre com essas oscilações na temperatura são as crianças. Nessa época do ano, o movimento nos hospitais dobra. As principais queixas são tosse, espirro, nariz entupido, conjuntivites e dor de garganta. Segundo Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP) os quadros mais comuns são os recém-nascidos com obstruções nasais e as crianças com resfriados, laringites e quadros alérgicos.

SAIBA MAIS

Para ajudar você a amenizar os problemas mais frequentes que costumam aparecer, 10 dicas infalíveis do que fazer e do que é melhor evitar, confira.
- Dê muito líquido para as crianças;
- Não leve seu filhos a lugares com aglomeração de pessoas;
- Evite ambientes fechados; - Deixe sua casa ventilada;
- Cuide da alimentação do seu filho; ofereça alimentos leves e saudáveis
- Lave roupas, edredons, cobertores e casacos que estiverem guardados há muito tempo, porque podem ter acúmulo de poeira;
- Evite sair com as crianças no fim da tarde porque a queda brusca na temperatura e o sereno são mais intensos nessa hora do dia;
- Se o nariz do seu filho estiver obstruído, faça higiene nasal com soro fisiológico;
- Uma inalação só com soro ajuda a fluidificar a mucosa respiratória caso a criança esteja gripada;- Ligue para o pediatra caso perceba algum sinal de desconforto respiratório na criança. E nunca medique o seu filho por conta própria.


Fonte: Revista Crescer

Ministério da Saúde prorroga vacinação

Gripe suína: grávidas e crianças entre 6 meses e 2 anos podem ser vacinadas até 23 de abril

O Ministério da Saúde prorrogou o prazo de vacinação gratuita para esses dois grupos. 


O Ministério da Saúde prolongou a campanha de vacinação contra o vírus da gripe suína (H1N1) para gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos e também doentes crônicos (pessoas com diabetes, asma, obesidade entre outras enfermidades). Os postos de saúde passarão a oferecer as doses até o dia 23 de abril, coincidindo com o período de vacinação dos jovens entre 20 e 29 anos de idade que começa na segunda-feira dia 5. 
Todas as grávidas devem se vacinar, independentemente do estágio de sua gestação. É só comparecer a um posto de saúde e apresentar um documento de identidade com foto. Não é necessário levar atestado que comprove a gravidez. 
Se você vai levar o seu filho ou filha para ser imunizada, não esqueça de ter o cartão de vacinação da criança em mãos quando for ao posto de saúde. No caso delas, a vacina será dada em duas doses, sendo que a segunda é aplicada 30 dias após a primeira. Com a prorrogação da campanha as crianças que completarem seis meses de idade até o dia 23 de abril poderão ser vacinadas gratuitamente. 
O Ministério adverte que é muito importante que grávidas e crianças sejam imunizadas, já que são um dos grupos que mais correm risco de desenvolver formas graves da doença e até mesmo morrer, segundo o que se observou na epidemia do ano passado.

Fonte: Revista Crescer

Seu filho respira mal?

A respiração parece incerta, as vezes é muito barulhenta, semelhante ao ressonar de um adulto. O bebê apresenta falhas respiratórias e não dorme convenientemente nem deixa os pais dormirem, tal é a preocupação com as madrugadas em que algo parece não estar bem com o bebê. Falamos de apnéia do sono que pode ser caracterizada de várias formas e afetar os bebês recém-nascidos de diferentes modos.

A apnéia é definida como a paragem temporária de respiração durante aproximadamente 20 segundos ou por um intervalo de tempo mais curto “se a paragem temporária da respiração for acompanhada de bradicardia, hipotonia, palidez ou cianose”, explica Armando Fernandes.

A apnéia da prematuridade é freqüente e pode ter consequências após a alta hospitalar do lactente. “Pode ser ponderada a necessidade de utilização de monitores cardiorrespiratórios, também intitulados de monitores de apnéia”. Os pais devem procurar ajuda especializada no pediatra assistente “se a criança apresentar manifestações de apnéia obstrutiva do sono”.

O médico irá orientar os progenitores com o propósito de resolução do problema. Pode inclusivamente encaminhá-la para uma consulta de otorrinolaringologia “onde pode ser colocada a hipótese de extração das amígdalas e / ou adenóides”. A maioria dos episódios de apnéia da infância ocorre nos primeiros seis meses de vida.

Classificação da apnéia
Quando a criança não se esforça para respirar, estamos perante uma apnéia central que ocorre freqüentemente em crianças prematuras, podendo indicar “alterações do controlo central dos centros respiratórios do tronco cerebral. Contudo, a presença apnéia de sono obstrutiva a longo prazo, pode desenvolver componentes centrais, ou seja, a denominada apnéia mista”. Quando uma criança não consegue respirar devido à obstrução das vias aéreas superiores, a apnéia define-se como obstrutiva.

“A apnéia de sono obstrutiva acontece em crianças normais com uma incidência de cerca de 2%, aumentando em crianças com alterações craniofaciais, doenças neuromusculares, entre outras. A incidência também aumenta quando as crianças foram medicadas com certos medicamentos (hipnóticos, sedativos ou anticonvulsivantes).”

Este tipo de apnéia pode ter graves consequências para o bebê. “Para além da alteração da qualidade de vida, há também riscos durante a noite: cada vez que a respiração pára, o nível de oxigênio no sangue baixa e o coração tem de trabalhar intensamente, levando a um aumento da pressão arterial, ao acréscimo da pressão pulmonar e, por vezes, a arritmias cardíacas graves ecor pulmonale.A não recuperação de uma apnéia pode provocar a perda de consciência e, como última consequência, à morte”, indica o pediatra. Mas nem tudo são más notícias! Felizmente, a maioria das apnéias dos recém-nascidos são identificadas, tratados e resolvidas em pouco tempo.

Roncopatia infantil
Muitas vezes, os pais dizem que o seu filho ressona e questionam se não será precoce ou se a roncopatia poderá estar relacionada com uma constipação ou uma outra doença respiratória. “O ressonar não é mais do que o ruído provocado pela passagem do ar nas vias respiratórias quando obstruídas durante o sono.Se for intenso e interrompido por pausas, pode ser um dos primeiros sinais da existência da síndrome de apnéia obstrutiva do sono. A hipertrofia dos adenóides e das amígdalas é a causa principal de roncopatia na criança, com um pico de incidência entre os 18 meses e os 5 anos de idade.Pelo descrito anteriormente, facilmente se compreende que o ressonar num bebê deve, até prova em contrário, ser considerado como anormal pelo que justifica falar com o pediatra assistente para avaliação clínica e, eventual, investigação etiológica e correção adequada”, aconselha Armando Fernandes.

Depois de uma consulta no pediatra assistente, e se a história clínica da criança for compatível com a síndrome de apnéia obstrutiva do sono, deve verificar-se os indicadores de gravidade que agravam a patologia, como por exemplo, “a má progressão ponderal, a hipertensão arterial, a policitemia (número invulgarmente elevado de glóbulos vermelhos no sangue), os sinais de hipertensão pulmonar e a insuficiência cardíaca direita”.

Como tratar?
Pode existir indicação cirúrgica se a síndrome de apnéia obstrutiva do sono for acompanhada de hipertrofia dos adenóides e/ou das amígdalas, pelo que a criança deve ser precocemente avaliada por um otorrinolaringologista. O seu pediatra assistente certamente lhe recomendará um especialista da sua confiança e encaminhará o seu filho a uma consulta devidamente referenciada para que lhe seja prescrito o tratamento mais adequado.

Armando Fernandes recomenda que “os pais dos recém-nascidos com risco de sofrerem de apneia devem ser treinados em reanimação básica neo-natal – o chamado “ABC da reanimação” ou “respiração boca-a-boca”. Se o bebê tiver um episódio de apnéia, os pais devem iniciar imediatamente as manobras de “respiração boca-a-boca”,levar imediatamente o bebê ao serviço de urgência mais próximo.

Teoricamente, quando o problema for resolvido definitivamente, os pais tendem a dormir mais tranquilos. “No entanto, muitos pais de crianças que sofreram apnéias ou episódios de aparente risco de vida continuam angustiados muito tempo depois do problema estar resolvido”, conclui o pediatra.

Fonte: Familia Sapo

Gripe suína: tire todas as suas dúvidas sobre a vacinação

A vacinação contra a gripe suína (H1N1) e a comum que vai e volta todo ano, começa neste mês. Qual dar? Quando dar?




Como vai ser a vacinação contra a gripe suína? O Ministério da Saúde definiu públicos que vão receber a vacina gratuitamente. Entre eles estão gestantes (que podem ser vacinadas em qualquer período da gravidez), crianças de 6 meses a 2 anos, doentes crônicos e pessoas de 20 a 39 anos. As crianças com doenças crônicas não precisam levar atestado. O ministério reconhece que não tem como controlar quem tem doença crônica ou não e pede, aos pais, que tenham bom senso e só levem as crianças doentes. Os adultos vão receber uma dose e, os menores, duas meia-doses. Basta levar a carteirinha até o posto de vacinação. A campanha para grávidas e crianças vai de 22 de março até 2 de abril. Veja as demais datas da campanha no nosso site: www.crescer.com.br

Devo dar a vacina contra a gripe comum ou posso dar só a da gripe suína? Os especialistas afirmam que o ideal é dar os dois tipos. Dar as duas no mesmo dia não atrapalha a resposta do sistema imunológico. Isso deve acontecer na rede privada – no posto, crianças e gestantes só vão receber a vacina da gripe suína. Em uma clínica particular, seu filho receberia duas doses conjugadas contra ambos os tipos de gripe, e as grávidas, uma. Ainda não se sabe o custo. A Organização Mundial da Saúde recomenda que na próxima campanha de vacinação no hemisfério norte, no fim do ano, a vacina seja conjugada. Se você vacinar no posto e der só a da gripe normal na particular, seu filho recebe quatro doses. As gestantes, duas. No ano passado, a dose contra a gripe comum custava cerca de R$ 60.

Meu filho tem mais de 2 anos. Preciso vaciná-lo? Se puder, sim. A Sociedade Brasileira de Pediatria diz que crianças de 6 meses até 5 anos são o grupo prioritário, e os médicos consultados pela CRESCER afirmam que as mais velhas devem receber também.

E se o bebê tiver menos de 6 meses? Os pais dos menores de 6 meses precisam se proteger, sim. Se tiverem entre 20 e 39 anos – um dos grupos beneficiados pela campanha do Ministério da Saúde –, recebem de graça. Se não, é preciso pagar na clínica particular.

Quem teve gripe suína no ano passado precisa tomar a nova vacina? Sim. Nem todas as pessoas tiveram confirmação da nova gripe com exames e não se sabe por quanto tempo elas ficariam protegidas nem se o vírus muda a cada ano. Todos devem ser vacinados. A proteção dura, em média, um ano.

Crianças ou grávidas doentes podem ser vacinadas? Sim, o único porém é para quem está com febre. Essa pessoa não deve tomar porque o médico pode não saber se a febre permanece por conta da doença que já existia ou se foi uma reação à vacina. Só deve ser vacinada depois da liberação do médico.

A vacina é segura? Provoca gripe suína? Ela foi feita nos mesmos moldes da vacina da gripe sazonal, testada e aprovada. Como o vírus da vacina contra o H1N1 está morto, não causa nenhuma doença. Essa dúvida é comum porque a época de vacinação é no outono e no inverno, quando acontece o pico das doenças respiratórias. É importante lembrar que a vacina não vai impedir que uma pessoa tenha gripe suína, mas, se tiver, os sintomas serão brandos e a recuperação, mais rápida.

Todos podem tomar? Quais são as reações mais comuns? Apenas as pessoas com alergia muito grave a ovo não podem receber a vacina. Tanto a da gripe comum como a suína podem ter efeitos colaterais parecidos, como dor local e febre nos primeiros dias. Diante de qualquer reação, fale com o médico.

Por que as crianças precisam receber duas doses? Essa é uma regra da vacina da gripe (comum ou suína) para os menores de 9 anos que nunca receberam uma picadinha contra o vírus influenza. Cada dose tem de ser dada com um intervalo de 21 dias para garantir que a criança fique protegida. Funciona assim: na primeira dose o organismo começa a produzir anticorpos contra o vírus. Na segunda, reforça a defesa.


Fonte: Revista Crescer